O perfil socioeconômico do Brasil está mudando, e para melhor, segundo dois estudos divulgados ontem. O crescimento econômico, os programas sociais do governo e o aumento da oferta de empregos formais retiraram 3 milhões de pessoas da faixa da pobreza nos últimos 5 anos.
Os brasileiros com renda mensal abaixo de meio salário mínimo passaram de 14,35 milhões de pessoas em 2002 para 11,35 milhões em 2008, anunciou Marcio Pochmman, presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea).
E a desigualdade social caiu significativamente, de acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre o período de 2003 a 2008.
O emprego formal tornou viável a mobilidade social, compensou a alta da inflação e fez com que a migração de pobres reforçasse a classe média. Com novos integrantes, esta faixa saltou de 42% para 52% da população.
É uma mudança histórica, afirmou o chefe do Centro de Estudos Sociais da FGV, Marcelo Neri.
(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
FMI aumenta expectativa de crescimento do Brasil, mas estima alta da inflação
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou em 0,1 ponto percentual para cima a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano. Segundo relatório divulgado hoje (17), a expectativa é que o país cresça 4,9% em 2008, contra os 4,8% da previsão apresentada em abril. Para 2009, a previsão de crescimento do Brasil ficou em 4%.
O número está acima do crescimento global projetado para o ano: 4,1%. No relatório anterior, o FMI previa aumento de 3,7%. O crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento está projetado para diminuir dos 8% registrados em 2007 para 6,9% em 2008 e 6,7% em 2009.
A previsão de inflação para essas economias aumentou para 9,1% em 2008 e 7,4% em 2009. Para os países desenvolvidos, a estimativa é de 3.4% neste ano e 2.3% em 2009.
De acordo com o relatório, o crescimento global deve desacelerar significativamente na segunda metade de 2008 e irá se recuperar gradualmente em 2009. O FMI aponta também que o aumento dos preços das commodities e da energia impulsionaram a inflação, particularmente nas economias em desenvolvimento.
O FMI diz que a inflação está crescendo tanto em economias avançadas quanto nas emergentes e que, em muitos países, isso pode ser explicado pela alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Segundo o relatório, a alta dos alimentos se deve a condições climáticas e ao forte crescimento da demanda, inclusive por causa dos biocombustíveis.
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou em 0,1 ponto percentual para cima a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano. Segundo relatório divulgado hoje (17), a expectativa é que o país cresça 4,9% em 2008, contra os 4,8% da previsão apresentada em abril. Para 2009, a previsão de crescimento do Brasil ficou em 4%.
O número está acima do crescimento global projetado para o ano: 4,1%. No relatório anterior, o FMI previa aumento de 3,7%. O crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento está projetado para diminuir dos 8% registrados em 2007 para 6,9% em 2008 e 6,7% em 2009.
A previsão de inflação para essas economias aumentou para 9,1% em 2008 e 7,4% em 2009. Para os países desenvolvidos, a estimativa é de 3.4% neste ano e 2.3% em 2009.
De acordo com o relatório, o crescimento global deve desacelerar significativamente na segunda metade de 2008 e irá se recuperar gradualmente em 2009. O FMI aponta também que o aumento dos preços das commodities e da energia impulsionaram a inflação, particularmente nas economias em desenvolvimento.
O FMI diz que a inflação está crescendo tanto em economias avançadas quanto nas emergentes e que, em muitos países, isso pode ser explicado pela alta dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Segundo o relatório, a alta dos alimentos se deve a condições climáticas e ao forte crescimento da demanda, inclusive por causa dos biocombustíveis.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Economia brasileira cresce 5,8% no 1º trimestre sobre um ano antes, diz IBGE
Da Redação
Em São Paulo
(Texto atualizado às 10h02)
A economia brasileira cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período do ano passado, anunciou nesta terça-feira o IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e Estatística). Em comparação com o último trimestre de 2007, a expansão foi de 0,7%. Em todo o ano passado, houve elevação de 5,4% (veja gráfico no final deste texto).
O que é PIB e como é calculado
BC americano deveria se inspirar no brasileiro, diz 'Le Monde'
Nos três primeiros meses de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil somou R$ 665 bilhões. Nos 12 meses encerrados em março, o crescimento foi de 5,8%. De outubro a dezembro de 2007, a alta foi de 6,2% sobre um ano antes.
Considerando todo o ano de 2008, a previsão de analistas de mercado é que a economia do país tenha um crescimento de 4,77%, segundo a mais recente pesquisa feita pelo Banco Central com cerca de cem instituições financeiras.
Investimento salta 15,2%
Os números do PIB divulgados nesta terça-feira são marcados pelo forte crescimento do item chamado "formação bruta de capital fixo", que indica as despesas do país com investimentos.
O item registrou expansão de 15,2% no primeiro trimestre em comparação com o intervalo de janeiro a março do ano passado. O aumento da produção e da importação de máquinas e equipamentos explica esse resultado, segundo o IBGE.
O ramo da construção civil, em particular, teve o expressivo crescimento de 8,8% e contribuiu fortemente para o desempenho positivo do indicador de investimentos, de acordo com a pesquisa.
Exportação inverte rumo e cai
O desempenho das exportações de bens e serviços inverteu o rumo verificado em pesquisas anteriores e registrou queda de 2,1% no primeiro trimestre em relação ao intervalo equivalente do ano passado.
As importações de bens e serviços, diferentemente, apresentaram elevação de 18,9%. Nessa base de comparação (trimestre de determinado ano com o seu equivalente do ano anterior), as importações crescem ininterruptamente desde o quarto trimestre de 2003.
Consumo cresce pela 18ª vez seguida
O consumo das famílias cresceu 6,6% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2007. Foi a 18ª vez seguida em que esse item apresentou expansão, na comparação entre um trimestre e seu equivalente do ano anterior.
O motivo do crescimento foi a elevação da massa salarial dos trabalhadores e o aumento, em termos nominais (sem descontar a inflação), dos empréstimos de bancos para as pessoas físicas (operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres).
Os gastos do setor público com consumo cresceram 5,8% no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2007.
Uol Notícias
Em São Paulo
(Texto atualizado às 10h02)
A economia brasileira cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período do ano passado, anunciou nesta terça-feira o IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e Estatística). Em comparação com o último trimestre de 2007, a expansão foi de 0,7%. Em todo o ano passado, houve elevação de 5,4% (veja gráfico no final deste texto).
O que é PIB e como é calculado
BC americano deveria se inspirar no brasileiro, diz 'Le Monde'
Nos três primeiros meses de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil somou R$ 665 bilhões. Nos 12 meses encerrados em março, o crescimento foi de 5,8%. De outubro a dezembro de 2007, a alta foi de 6,2% sobre um ano antes.
Considerando todo o ano de 2008, a previsão de analistas de mercado é que a economia do país tenha um crescimento de 4,77%, segundo a mais recente pesquisa feita pelo Banco Central com cerca de cem instituições financeiras.
Investimento salta 15,2%
Os números do PIB divulgados nesta terça-feira são marcados pelo forte crescimento do item chamado "formação bruta de capital fixo", que indica as despesas do país com investimentos.
O item registrou expansão de 15,2% no primeiro trimestre em comparação com o intervalo de janeiro a março do ano passado. O aumento da produção e da importação de máquinas e equipamentos explica esse resultado, segundo o IBGE.
O ramo da construção civil, em particular, teve o expressivo crescimento de 8,8% e contribuiu fortemente para o desempenho positivo do indicador de investimentos, de acordo com a pesquisa.
Exportação inverte rumo e cai
O desempenho das exportações de bens e serviços inverteu o rumo verificado em pesquisas anteriores e registrou queda de 2,1% no primeiro trimestre em relação ao intervalo equivalente do ano passado.
As importações de bens e serviços, diferentemente, apresentaram elevação de 18,9%. Nessa base de comparação (trimestre de determinado ano com o seu equivalente do ano anterior), as importações crescem ininterruptamente desde o quarto trimestre de 2003.
Consumo cresce pela 18ª vez seguida
O consumo das famílias cresceu 6,6% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2007. Foi a 18ª vez seguida em que esse item apresentou expansão, na comparação entre um trimestre e seu equivalente do ano anterior.
O motivo do crescimento foi a elevação da massa salarial dos trabalhadores e o aumento, em termos nominais (sem descontar a inflação), dos empréstimos de bancos para as pessoas físicas (operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres).
Os gastos do setor público com consumo cresceram 5,8% no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2007.
Uol Notícias
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Mantega acredita em crescimento superior a 5%
Mantega acredita em crescimento superior a 5%
O ministro Guido Mantega afirmou que espera um crescimento acima de 5% em 2007 e acredita que o desempenho esperado para este ano deve se repetir nos próximos.
Por estar envolvido com a negociação para aprovar a cobrança da CPMF, Mantega preferiu comentar o resultado do PIB apenas por meio de uma nota.
"O crescimento do PIB no terceiro trimestre reflete o bom momento da economia brasileira, revelando o grande potencial produtivo de nossas empresas e trabalhadores, bem como os acertos da política econômica adotada nos últimos anos", afirmou no texto.
Fonte: Jovem Pan
http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/noticias/ultimasnoticias/#112392
O ministro Guido Mantega afirmou que espera um crescimento acima de 5% em 2007 e acredita que o desempenho esperado para este ano deve se repetir nos próximos.
Por estar envolvido com a negociação para aprovar a cobrança da CPMF, Mantega preferiu comentar o resultado do PIB apenas por meio de uma nota.
"O crescimento do PIB no terceiro trimestre reflete o bom momento da economia brasileira, revelando o grande potencial produtivo de nossas empresas e trabalhadores, bem como os acertos da política econômica adotada nos últimos anos", afirmou no texto.
Fonte: Jovem Pan
http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/noticias/ultimasnoticias/#112392
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Economia do Brasil cresceu 5,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2006
Foi o 22º trimestre seguido de alta, recorde histórico. A ampliação do Produto Interno Bruto (PIB) ficou um pouco abaixo da estimativa média do mercado, de 5,9%, mas mesmo assim foi considerada boa pelos analistas.
Chamou a atenção o fato de que os investimentos aumentaram 13,8%, na maior variação em três anos. O consumo das famílias subiu 5,7%.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comemorou:
"A indústria de transformação, que é um pólo dinâmico da economia, está acelerando em relação ao ano passado."
O crescimento do PIB acumulado no primeiro semestre de 2008 ficou em 4,9%.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
Chamou a atenção o fato de que os investimentos aumentaram 13,8%, na maior variação em três anos. O consumo das famílias subiu 5,7%.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comemorou:
"A indústria de transformação, que é um pólo dinâmico da economia, está acelerando em relação ao ano passado."
O crescimento do PIB acumulado no primeiro semestre de 2008 ficou em 4,9%.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Crise derruba preço de matérias-primas
* Segundo consultores, no próximo ano as commodites devem voltar ao nível de 2004, interrompendo ciclo de prosperidade da balança comercial. (Estado de São Paulo – Sinopse Radiobrás)
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
TEMOR JUSTIFICÁVEL
* Notas e Informações - O temor na economia é justificável. O País tem fundamentos muito mais firmes do que há alguns anos, mas a hora não é de bravatas e sim de prudência em todas as políticas. (Estado de São Paulo – Sinopse Radiobrás)
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